domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Resumo

Porto 3 vs 0 naval


O F.C. Porto bateu a Naval por 3-0, este domingo, no Estádio do Dragão, em jogo da 18ª jornada da Liga. Um resultado que permite à equipa de Jesualdo Ferreira reduzir a diferença para o Benfica para sete pontos, ainda com menos um jogo do que a equipa da Luz.
A equipa do Dragão ganhou vantagem, aos 39 minutos, num livre indirecto marcado por Tomas Costa. A Naval ainda ameaçou o empate na segunda parte, mas Falcao, com um golo em mergulho, aos 80 minutos, matou o jogo. A um minuto do final, Varela ainda fez o terceiro para o F.C. Porto após assistência de Falcao.

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Falcao


Autor de dois golos. a coroar uma grande exibição, Radamel Falcão foi uma das grandes figuras do FC Porto nas goleada (5-2) frente ao Sporting, para a Taça de Portugal. O avançado colombiano estava naturalmente feliz e disso deu conta nas declarações à TVI após o jogo.

"Conseguimos uma grande vitória frente a um grande rival. Jogámos bem e alcançámos um triunfo contudente. Por isso, estamos muito contentes", disse Falcão.

Questionado sobre algumas exibições menos conseguida da equipa em jogos anteriores, Falcão frisou que "por vezes, não é fácil encontrar o equilíbrio". "O que conseguimos hoje é fruto do trabalho desenvolvido nos últimos meses. A nossa mentalidade é de podermos consolidar o nosso jogo e dar alegrias aos adeptos".

Flash Interview - Jesualdo

"Foi a melhor exibição da época em 90 minutos, valorizada por um grande adversário, como é o Sporting", reconheceu o treinador do FC Porto, à TVI. "Fizemos um jogo completo", continuou, para detalhar: "A equipa soube marcar o ritmo, segurar a bola nos momentos importantes... foi uma verdadeira equipa. Quando se marca cinco golos frente a um adversário como o Sporting, então só podemos dizer que fizemos uma exibição completa".

Jesualdo lembrou, ainda, que no jogo desta terça-feira "o FC Porto atuou com quatro jogadores da temporada passada". "É uma equipa praticamente nova e os jogadores têm um processo de adaptação, como é lógico. Algumas vezes, as coisas saem bem, como aconteceu hoje, outras não. A rotatividade que fizemos nos últimos jogos permitiu-nos chegar a esta partida desta forma", referiu, lembrando que "este foi o nono jogo da equipa no espaço de um mês, com menos um dia de descanso do que o Sporting e com uma viagem à Madeira".

Do que o treinador dos dragões não quis falar foi sobre o afastamento de Bruno Alves da convocatória, devido a alegado desentimento com Tomás Costa no treino. "Não estou aqui para falar de eventuais problemas que queiram levantar. Estou aqui para falar do jogo, que foi um grande espetáculo, ds melhores que já se viu esta época".

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

HISTÓRICO- MELHOR PORTO 5 VS 2 lagartos - Taça de Portugal ( Quartos )




Não podia deixar de começar a crónica de jogo com um dia Histórico para a taça de PORTOgal.
Eu que estive para ir ao Dragão este jogo, mas não fui devido a falta de verbas. Como sabem resido na zona de Lisboa. Mas para mim apoiar o Porto é em qualquer jogo e qualquer competição não interessando o nível do Jogo. Claro que gosto de ver mais os jogos chamados Grandes mas não é por isso que lá não estou.

GRANDE JOGO DO PORTO. O MELHOR DA ÉPOCA.

crónica do jogo :
Foi sublime e esmagador. Por vezes, até asfixiante. Intenso para lá do previsível, mas de um brilho à medida do Dragão, num caso clássico de fácil destrinça entre dominado e dominador. A resposta a uma envolvência negativa fez-se de um misto fantástico de génio e determinação. Numa palavra, foi soberba. Noutra ainda, foi futebol.

Dinâmico, excluindo liminarmente o enredo supérfluo, o FC Porto arrancou directo ao golo. Sem rodeios e envolvendo constantemente os laterais nas movimentações atacantes. Ainda antes de esgotado o primeiro minuto, Varela, de cabeça, perdia a oportunidade marcar. Mas a tónica da abordagem tornara-se suficientemente clara. Dependendo da estratégia do detentor da Taça de Portugal, o jogo não conheceria preâmbulos. O acesso às meias-finais disputava-se desde os instantes iniciais.

A entrada determinada rendia ao FC Porto uma série interessante de ocasiões de golo, que não nasceria sem pré-aviso. Só no 17º minuto, por exemplo, os Dragões ameaçaram por duas vezes, para Rolando marcar logo depois, na sequência do pontapé de canto com que Rui Patrício se limitara a adiar o inevitável.

Sem nada que o fizesse prever ou causa que justificasse consequência, um pontapé na lógica, precisamente o primeiro do Sporting, fez o empate. Mas a coerência seria restaurada a tempo. Bem mais do que a tempo. Na verdade, 12 minutos bastaram para recuperar a concordância entre acontecimentos e resultado. Antes do intervalo, praticamente a meio de um domínio avassalador, de uma espantosa demonstração de força, Falcao bisava, em dois gestos irrepreensíveis, cavando uma vantagem com novos capítulos e histórias para contar.

Pouco depois do recomeço, numa extensão das incidências da primeira metade, o jogo e a eliminatória estavam ganhos. Sentenciados pela classe de Varela e, praticamente a seguir, num golo soberbo de Mariano, dos que levantam estádios e resumem guarda-redes à mera condição de espectadores. O que podia fazer Rui Patrício naquele instante, que nem sequer lhe reservou tempo para uma prece, senão observar?

Futebol é isto, assim, jogado, circunscrito ao relvado. E só aí a bola deve ser notícia. No caso, em versão «banho de bola», que só não resultou em afogamento porque o Tetracampeão também pode ser misericordioso. E parou de jogar a meia hora do fim, reservando, ainda assim, requintes finais de magia, com túneis e ataques sempre na direcção de Patrício. Para ver e rever. Só não «houve» Taça, porque ganhou o melhor. Seguem-se as meias-finais.

FICHA DE JOGO
Taça de Portugal, quartos-de-final
2 de Fevereiro de 2010
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 36.614 espectadores

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)
Assistentes: José Braga e Luís Tavares
4º Árbitro: João Roque

FC PORTO: Beto; Fucile, Roando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Ruben Micael; Varela, Falcao e Mariano «cap»;
Substituições: Belluschi por Tomás Costa (72m), Falcao por Orlando Sá (75m) e Ruben Micael por Valeri (75m)
Não utilizados: Nuno, Guarín, Nuno André Coelho e Miguel Lopes
Treinador: Jesualdo Ferreira

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Tonel, Carriço e Grimi; Adrien; Miguel Velozo, João Moutinho «cap» e Izmailov; Liedson e Saleiro
Substituições: Adrien por Matias Fernández (40m), Saleiro por Pongolle (46m), Izmailov por Pereirinha (79m)
Não utilizados: Tiago, Polga, Hélder Postiga e Abel
Treinador: Carlos Carvalhal

Ao intervalo: 3-1
Marcadores: Rolando (18m), Izmailov (22m), Falcao (34m, 42m), Varela (48m), Mariano (57m), Liedson (90m)
Disciplina: cartão amarelo a Adrien (24m), Grimi (30m), Rolando (32m), Carriço (38m), Varela (48m)

Fonte crónica do jogo : Fcporto.pt

sábado, 30 de Janeiro de 2010

nacional 0 vs 4 Porto





Teste exigente, em casa de um adversário competente e num relvado impróprio para grandes composições. O Dragão instalou-se momentaneamente na Madeira para somar três pontos e assegurou-os com distinção. Houve qualidade colectiva e magia individual. Os golos foram apenas as peças destacadas de uma excelente exibição do FC Porto.

Belluschi e Falcao começaram por testar Bracalli na primeira meia hora, comprovando que a iniciativa era da equipa que hoje actuou de laranja. O primeiro golo, todavia, surgiria de grande penalidade, a castigar falta de Alex Bruno sobre Alvaro Pereira, que esteve sempre muito interventivo no flanco esquerdo. Varela converteu o penálti com categoria e colocou o FC Porto em vantagem.

Os minutos que se seguiram registaram algumas das melhores combinações da equipa de Jesualdo Ferreira, com Falcao a falhar por milímetros uma assistência de Alvaro Pereira e Ruben Micael, após combinação com o colombiano, a rematar rente ao poste.

O médio que o FC Porto contratou ao Nacional, no entanto, repetiu a iniciativa atacante ao minuto 44 e, depois de concentrar em si todas as atenções, abriu para Alvaro Pereira e este cruzou de forma primorosa para a cabeça de Falcao.

A partida ficou resolvida ainda antes do descanso, mas nem por isso se esbateu a chama que o FC Porto trouxera para a Choupana. Varela e Belluschi abriram a segunda parte com iniciativas venenosas, antecipando o terceiro golo, que trouxe novamente Alvaro Pereira e Falcao à ribalta, com a finalização do avançado a surgir agora com o pé.

Com o passar dos minutos, a toada, naturalmente, baixou, mas o FC Porto continuou a criar perigo em rápidas acelerações. Num desses desenhos, Ruben Micael, que também esteve perto de festejar, isolou Varela e este, com toda a calma do Mundo, contornou um defesa, sentou Bracalli e bisou no jogo. Discussão encerrada. E em grande estilo.

FICHA DO JOGO

Liga 2009/10 (17ª jornada, 30 de Janeiro de 2010)

Estádio da Madeira, na Choupana
Árbitro: Carlos Xistra (Portalege)
Assistentes: Celso Pereira e Jorge Cruz
4º árbitro: Hugo Pacheco

NACIONAL: Bracalli; Patacas «cap.», Alex Bruno, Filipe Lopes e Nuno Pinto; Cléber, Luís Alberto, Leandro Salino e Pecnik; João Aurélio e Edgar Silva
Substituições: Pecnik por Edgar Costa (41m), Edgar Silva por Diego Barcelos (50m) e João Aurélio por Anselmo (55m)
Não utilizados: Douglas, Tomasevic, Pedro Pacheco e Juliano
Treinador: Manuel Machado

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Belluschi e Ruben Micael; Varela, Falcao e Rodríguez
Substituições: Rodríguez por Mariano Gonzalez (19m), Fernando por Tomás Costa (71m) e Falcao por Orlando Sá (77m)
Não utilizados: Nuno, Nuno André Coelho, Miguel Lopes e Guarín
Treinador: Jesualdo Ferreira

Ao intervalo: 0-2
Marcadores: Varela (30 g.p. e 85m) e Falcao (44 e 61m)
Disciplina: Cartão amarelo a Alex Bruno (9 e 28m), Nuno Pinto (51m), Mariano González (54m), Fernando (69m), Luís Alberto (76m) e Patacas (78m)